Falla Sério, acreditando no Brasil!
 
 
Destaques
Resumo das principais realizações do Governo Federal nestes 36 meses
Leia o resumo
Parte 2 Parte 3

TV Digital precisa ser oportunidade de expansão da expressão democrática da sociedade
Leia a minha análise

Programa de governo da oposição é claramente contra a soberania nacional e os direitos do povo
Leia a análise

Concursos recuperam força de trabalho e substituem terceirizados
Leia a notícia

Três artigos, um só partido, cheio de péssimas intenções: um resumo geral do que é o PSDB e a quem eles servem
Leia os artigos

Uma reflexão para a extrema-esquerda brasileira
Leia o artigo

Bolsa Família é embrião da renda universal
Leia o artigo

A gaiola dos sandeus
Leia o artigo

Bolsa-Família amplia capacidade de identificação de diversos tipos de violência contra crianças e adolescentes
Leia a notícia

Ativistas organizam rede para monitorar interferência estrangeira nas eleições latino-americanas
Leia a notícia
Últimas Postagens
"PT é um projeto do povo brasileiro"
Leia a notícia

Jean Ziegler: 'O Brasil tem hoje o papel que foi da Europa'
Leia a entrevista

Réquiem para o Menem brasileiro
Leia o artigo

Decretos presidenciais criam sete novas áreas de proteção ambiental
Leia a notícia

Pacto político entre PT e PSDB. A quem interessa?
Leia a minha análise

Superação da crise neoliberal pressupõe modelo alternativo da esquerda
Leia a análise

O Carnaval é do Povo Brasileiro!
Leia a minha análise



Do mesmo autor - Visite!
A Força da Mudança! Em 2006, é Lula outra vez! Visite!

Contate o autor
 
 
Parlatório
 

Fatos de 3.7.07...
 
O novo blog de Sergio Telles já está no ar!

http://stelles.blogspot.com/

Notícias selecionadas e opinião. Mais uma ferramenta a serviço da contra-informação. Pela democratização da mídia, sempre!

Aguardo sua visita lá!


 

Fatos de 18.6.07...
 
Em breve, o autor criará um novo blog. A idéia é adentrar no mundo da contra-informação, apostando que a internet é a mídia mais democrática e capaz de superar nossas distorções do mercado de mídia, que causam o golpismo observado no ano de 2006 com tanta força e desde muito tempo, vem bancando a pauta de debate do país.

Precisamos criar a nossa própria pauta de debates. O que realmente é importante pra sociedade, e não para os barões da mídia? Notícia deve ser aquilo que seja útil, sendo uma prestação de serviço, e não um oportunismo de buscar audiência ou agradar ao mercado publicitário e ao editorial da empresa jornalística.

Um blog sozinho, claro, não será capaz de mudar isso. Mas não estamos sozinhos, e quantos mais existirem, melhor será.

Planejarei com carinho um modelo adequado e em breve estarei apresentando-o. Aguardem!


 
Reforma Política - o debate do momento

A participação democrática só crescerá quando tivermos mecanismos para que os partidos sejam representativos de fato.

O modelo atual, mesmo elegendo vários deputados através do coeficiente eleitoral da legenda, não é agregador. É praticamente um cada um por si, os candidatos se cercam de uma estrutura própria (legal ou ilegal), e depois de eleitos necessitam retribuir os favores que recebeu durante a campanha. Isso gera uma péssima qualidade de nomeados - cabos eleitorais que viram assessores e assumem cargos por indicação - e uma grande tendência a atuação de lobbistas e outras irregularidades, que geram as polêmicas emendas e outros favorecimentos.

O voto distrital somente os extremamente conservadores, como FHC (o Farol) e o PSDB (o partido da política café-com-leite) são capazes de defender. Inibiria a representação de minorias e levaria ao empobrecimento do espectro partidário, que tenderia a um bipartidarismo de centro (o enorme desejo do PSDB, que faria de tudo pra ser um desses 2 "pólos", com o apoio expresso da mídia golpista).

A lista fechada é um modelo consagrado nas maiores democracias do mundo. E essas democracias assim o são porque não fazem consultas apenas para eleição de representantes, mas também levam ao debate da sociedade todas as questões polêmicas. Essa é a maturidade que falta no Brasil, a gente ter uma democracia mais participativa.

E a lista fechada promove uma pré-eleição, interna em cada partido, essa sim com a existência do voto em nomes, pelos filiados de cada legenda. E com isso, a enormidade de "simpatizantes" que cada legenda brasileira possui, passariam a querer participar ativamente da vida política de seu partido, para que a lista fechada tivesse a sua participação. Isso faria a nossa política parecer um pouco menos com o nosso futebol: nossos clubes possuem milhões de torcedores, e uns gatos pingados de sócios. Na Europa, da mesma maneira que os partidos, os clubes possuem centenas de milhares de sócios, o engajamento é muito maior. Aqui, a gente "simpatiza" porque não há estímulo a mais do que isso, é uma coisa cultural. Cultural pois não há mecanismos de incentivo a essa participação, nem desejo dos conservadores que a nossa população tenha engajamento político.

Sugiro, pra completar, um sistema de lista fechada inovador, que tenha ordens diferentes para um mesmo partido. Seriam os mesmos candidatos, mas ordenados de maneira diferente, seguindo alguns critérios (a oportunidade deveria ser igual para todos os listados dentro das opções). Poderiam ser até 9 listas, que seriam numeradas de XX1 a até XX9, sendo XX a legenda de cada partido. O eleitor poderia votar simplesmente na legenda XX, ou ir além e votar em uma das até 9 listas disponíveis, que estariam disponíveis para consulta no local de votação. O partido teria a ordem de nomes adotada da lista que recebesse mais votos, e em caso de empate a lista com o número menor seria a preferida (por exemplo, XX1 teria preferência sobre XX2 em caso de empate). Ou seja, o partido deveria criar listas alternativas dando oportunidades iguais a todos os listados, mas poderia botar nas primeiras listagens as ordens de maior agrado da legenda.

Isso sim seria um processo democrático, pois além de ampliar a partidarização, permitiria que o eleitor votasse em vários representantes, uma vez que além do partido, escolheria uma ordem de sua preferência, em função dos nomes que mais lhe agrada. Seria uma grande evolução em relação aos modelos propostos, e atendendo às premissas da reforma política, que são a eliminação dos aparelhos eleitorais (caixa 2, cabos eleitorais, financiamento privado, etc) e o aumento da participação política da população.

Seria um bom tema pra um referendo. Ponho a minha sugestão em aberto pra debate. Já encaminhei-a a alguns congressistas para apreciação.


 

Fatos de 28.12.06...
 
Apagão da grande mídia - o retrato de 2006

O ano de 2006 ficará marcado com o ano que a grande mídia sofreu um verdadeiro "apagão" na transparência, na credibilidade e na isenção.

Utilizou-se como instrumento de lavagem cerebral das mais cruéis ditaduras e ainda fracassou no seu golpismo: o governo atinge níveis recordes de credibilidade (ao contrário da imprensa e da grande mídia), e Lula é considerado o melhor presidente da história do Brasil por considerável parcela dos brasileiros.

E, melancolicamente, a grande mídia mais uma vez demonstra-se como um instrumento de manipulação ao tentar transformar um problema específico no transporte aéreo em um caso de cobertura especial, destaque de horas e horas de programação, estardalhaço, investigação...

Queria que o Brasil fosse um país tão fútil que pudesse eleger um problema que afeta menos de 1% de sua população, que usa o transporte aéreo com certa regularidade, como um tema realmente importante. Talvez isso explique a popularidade de Lula. A grande mídia, para denegrir a imagem do governo, poderia reclamar de problemas econômicos, como inflação ou desemprego, mas ambos estão sob controle e em franca melhoria; investimentos em educação e saúde, aonde os índices de satisfação vêm crescendo a cada ano; problemas na administração pública, mas ela sabe que nunca foi feito tanto pela transparência (a mesma que falta à mídia).

O ridículo papel da mídia chega ao ponto de se alarmar com uma estrada no interior do Maranhão, como se fosse possível fazer milagre em 4 anos. Uma estrada com tráfego mínimo deveria estar um tapete, mas curioso, eles fazem de tudo pra não pagar impostos... como pode? Ainda fizeram tabelinha com a tucanada... infame...

Bem,esse ano deve ser relembrado como o ano que retomamos nossa luta pela democratização da mídia. Que acreditávamos que, apesar de concentrada, tinha ditado normas e padrões éticos e os exercia com certos problemas aqui e ali, mas não um partidarismo nojento típico das ditaduras mais sangrentas e repressoras da história.

Quantas e quantas informações chegaram até nós pela internet, o meio alternativo que veio pra ficar, que rapidamente está se espalhando pelas classes mais baixas, seja pela aquisição de micros de baixo custo, seja pela proliferação de pontos de acesso gratuito à grande rede, por todo o Brasil (já se somam alguns milhares, e para 2007 o ritmo acelerará ainda mais).

O quanto passamos a nos sentir enganados, enojados, desiludidos com o "profissionalismo" de diversos atores do "quarto poder", que plantaram uma verdade ácida e distorcida seguindo interesses frontalmente contra a vontade da maioria, e contra qualquer princípio ético de imparcialidade e de tratamento em igualdade de condições.

Sabíamos dos fatos, mas muitas vezes para chegar aos "excluídos" da grande rede, era necessário que várias pessoas contassem até que esses excluídos se convencessem daquilo, já que "não saiu no JN nem na Veja".

Enfim, aprendemos demais com a lição desse ano de 2006. Foi o ano que aprendemos que precisamos resistir. Que não podemos acreditar que o lobo pode ser domesticado. Acreditamos nisso por 16 anos, e no 17º ano, o lobo veio com voracidade infinitamente superior, provavelmente acumulada de todos esses anos que estava supostamente "domesticado".

Pelo YouTube, podemos divulgar material transparecendo o que é essa ditadura da grande mídia, esclarecer, criar consciência. Enfim, fazer a classe média entender que as suas necessidades são conflitantes com as necessidades do país, e por isso, a verdade da mídia elitista pode até agradá-la, mas se praticada condena o país à desigualdade e ao atraso.

Que 2007 seja o ano da consciência livre, ao menos do início da transformação definitiva para que as amarras desse oligopólio sejam extintas, diluídas, que todas as opiniões tenham voz e espaço, que os temas massificados sejam de vontade pública e não do interesse privado, até porque fará nosso país se entender melhor, priorizar o que realmente é necessário.

Viva 2007! E valeu 2006, sofremos mas saímos fortes e unidos!


 

Fatos de 27.11.06...
 
Gasto público inibe crescimento econômico?

Um ponto colocado foi muito importante, o conceito de "crescer" é muito confuso. As empresas na verdade reclamam do gasto público pois estão com um governo que corre atrás das dívidas das empresas e combate de verdade a sonegação fiscal, que enorme parte de seu valor total é feito por um pequeno grupo de enormes empresas, que sempre contaram com o afago do governo para tirar lucros excedentes (a lembrar recente caso do estado de São Paulo do perdão da dívida por meio de créditos fraudulentos de exportação de soja).

Ou seja, as empresas querem que o governo gaste menos... menos em educação, para oferecer ensino privado substituindo o público de qualidade; planos de saúde e de previdência substituindo a rede pública; segurança privada substituindo o papel da polícia; e por aí vai.

O governo se metendo em lugares aonde o setor privado enxerga lucro causa dois problemas: depende de mais recursos (ou seja, mais impostos) dos mais ricos e atrapalha oportunidades de lucros. É essa a perversidade.

O governo deve usar os recursos bem. Considerar como "gasto" o setor público já é um erro por si só. Apurar a eficiência e buscar mecanismos de incentivo para aumento da produtividade do setor público é fundamental. É importante que o retorno para a sociedade de cada real disponível do setor público seja o maior possível. Isso não significa, em hipótese nenhuma, redução de "gastos", mas sim, possibilidade de se fazer mais e mais com o mesmo dinheiro.

E isso o governo atual já vêm fazendo. Só comparar a gestão atual com a anterior de FHC que poderá ser notada uma eficiência violentamente maior, a aprovação de mecanismos de remuneração do servidor público incentivando a educação continuada, entre diversos outros pontos. A economia é uma ciência que surgiu por causa dos problemas de escassez, e o setor público brasileiro é um claro problema econômico, onde os recursos públicos são inferiores à demanda. Precisa-se, então, delimitar prioridades que retornem a maior satisfação possível para o conjunto da sociedade.

Setores minoritários mas com grande capacidade de pressão, como o setor financeiro, possuem anseios contrastantes com o da maioria da populaçãoe por isso criam mirabolantes teses que o "gasto" público trava o crescimento. O comerciante do interior do Nordeste certamernte não pensa dessa maneira. Diversas pequenas e médias empresas que ganharam capacidade de competir contra as grandes a partir do momento que ambas estão em condições de igualdade - nenhuma das 2 sonegando impostos - também estão com um pensamento diferente.

O que não pode ser tolerado é gasto irresponsável. Por gasto irresponsável, podemos lembrar da péssima gestão da dívida pública dos tempos de FHC, para cobrir sua incompetência gerencial e os descalabros de PFL/PSDB no comando do governo.


 

Fatos de 2.11.06...
 
Quem persegue quem?
Post meu no Orkut na comunidade Anunciante da Globo: BOICOTE

Eles nos perseguem a tantos anos, já tendo tentado nos exibir como sequestradores em 89, como delinquentes, ladrões, corruptos e tudo mais. Sempre generalizam usando o termo "petistas", o que faz que qualquer petista acabe sendo vinculado a estes termos.

Quando é alguém do PSDB, do PFL, nunca é citado seu partido, muito menos há uma generalização que "todo tucano é ladrão", como tentaram tanto fazer conosco.

A revolta dos petistas e simpatizantes é um reflexo do comportamento golpista da emissora da zona sul do Rio. Respeitasse as minorias, como nós (que na verdade, somos maioria...) e não teriam esse tipo de campanha contra.

Inclusive porque é no enfraquecimento da monopolista que se possibilita a redistribuição do mercado. E como lutamos pelo fim da ditadura, ainda vigente na mídia, esse passo é fundamental.

A Globo não precisa deixar de existir. Só precisa aprender a co-existir. Respeitar a sociedade e o espaço das concorrentes. Permitir mais concorrência. Atuar com isenção, sem manipulação golpista e lavagem cerebral.

Respeitando-nos, terá nosso respeito. Não é o que no momento ela está merecendo, infelizmente. Portanto, a campanha se aplica.


 
Racistas controlam a revista Veja
14/09/2006

Por Altamiro Borges*

Recentemente, a revista Veja estampou na capa a foto de uma mulher negra, título de eleitor na mão e a manchete espalhafatosa: ?Ela pode decidir a eleição?. A chamada de capa ainda trazia a maldosa descrição: ?Nordestina, 27 anos, educação média, R$ 450 por mês, Gilmara Cerqueira retrata o eleitor que será o fiel da balança em outubro?. O intuito evidente da capa e da reportagem interna era o de estimular o preconceito de classe contra o presidente Lula, franco favorito nas pesquisas eleitorais entre a população mais carente. A edição não destoava de tantas outras, nas quais esta publicação da Editora Abril assume abertamente o papel de palanque da oposição de direita e destina veneno de nítido conteúdo fascistóide.

Agora, o escritor Renato Pompeu dá novos elementos que apimentam a discussão sobre a linha editorial racista desta revista. No artigo ?A Abril e o apartheid?, publicado na revista Caros Amigos que está nas bancas, ele informa que ?o grupo de mídia sul-africano Naspers adquiriu 30% do capital acionário da Editora Abril, que detém 54% do mercado brasileiro de revistas e 58% das rendas de anúncios em revistas no país. Para tanto, pagou 422 milhões de dólares. A notícia é de maio e foi publicada nos principais órgãos da mídia grande do Brasil. Mas não foi dada a devida atenção ao fato de a Naspers ter sido um dos esteios do regime do apartheid na África do Sul e ter prosperado com a segregação racial?.

Líderes da segregação racial

A Naspers tem sua origem em 1915, quando surgiu com o nome de Nasionale Pers, um grupo nacionalista africâner (a denominação dos sul-africanos de origem holandesa, também conhecidos como bôeres, que foram derrotados pela Grã-Bretanha na guerra que terminou em 1902). Este agrupamento lançou o jornal diário Die Burger, que até hoje é líder de mercado no país. Durante décadas, o grupo, que passou a editar revistas e livros, esteve estreitamente vinculado ao Partido Nacional, a organização partidária das elites africâneres que legalizou o detestável e criminoso regime do apartheid no pós-Segunda Guerra Mundial.

Como relata Renato Pompeu, ?dos quadros da Naspers saíram os três primeiros-ministros do apartheid?. O primeiro diretor do Die Burger foi D.F. Malan, que comandou o governo da África do Sul de 1948 a 1954 e lançou as bases legais da segregação racial. Já os líderes do Partido Nacional H.F. Verwoerd e P.W. Botha participaram do Conselho de Administração da Naspers. Verwoerd, que quando estudante na Alemanha teve ligações com os nazistas, consolidou o regime do apartheid, a que deu feição definitiva em seu governo, iniciado em 1958. Durante a sua gestão ocorreram o massacre de Sharpeville, a proibição do Congresso Nacional Africano (que hoje governa o país) e a prolongada condenação de Nelson Mandela.

Já P. Botha sustentou o apartheid como primeiro-ministro, de 1978 a 1984, e depois como presidente, até 1989. ?Ele argumentava, junto ao governo dos Estados Unidos, que o apartheid era necessário para conter o comunismo em Angola e Moçambique, países vizinhos. Reforçou militarmente a África do Sul e pediu a colaboração de Israel para desenvolver a bomba atômica. Ordenou a intervenção de forças especiais sul-africanas na Namíbia e em Angola?. Durante seu longo governo, a resistência negra na África do Sul, que cresceu, adquiriu maior radicalidade e conquistou a solidariedade internacional, foi cruelmente reprimida ? como tão bem retrata o filme ?Um grito de liberdade?, do diretor inglês Richard Attenborough (1987).

Os tentáculos do apartheid

Renato Pompeu não perdoa a papel nefasto da Naspers. ?Com a ajuda dos governos do apartheid, dos quais suas publicação foram porta-vozes oficiosos, ela evoluiu para se tornar o maior conglomerado da mídia imprensa e eletrônica da África, onde atua em dezenas de países, tendo estendido também as suas atividades para nações como Hungria, Grécia, Índia, China e, agora, para o Brasil. Em setembro de 1997, um total de 127 jornalistas da Naspers pediu desculpas em público pela sua atuação durante o apartheid, em documento dirigido à Comissão da Verdade e da Reconciliação, encabeçada pelo arcebispo Desmond Tutu. Mas se tratava de empregados, embora alguns tivessem cargos de direção de jornais e revistas. A própria Naspers, entretanto, jamais pediu perdão por suas ligações com o apartheid?.

Segundo documentos divulgados pela própria Naspers, em 31 de dezembro de 2005, a Editora Abril tinha uma dívida liquida de aproximadamente US$ 500 milhões, com a família Civita detendo 86,2% das ações e o grupo estadunidense Capital International, 13,8%. A Naspers adquiriu em maio último todas as ações da empresa ianque, por US$ 177 milhões, mais US$ 86 milhões em ações da família Civita e outros US$ 159 milhões em papéis lançados pela Abril. ?Com isso, a Naspers ficou com 30% do capital. O dinheiro injetado, segundo ela, serviria para pagar a maior parte das dividas da editora?. Isto comprova que o poder deste conglomerado, que cresceu com a segregação racial, é hoje enorme e assustador na mídia brasileira.

Os interesses alienígenas

Mas as relações alienígenas da revista Veja não são recentes nem se dão apenas com os racistas da África do Sul. Até recentemente, ela sofria forte influência na sua linha editorial das corporações dos EUA. A Capital International, terceiro maior grupo gestor de fundos de investimentos desta potência imperialista, tinha dois prepostos no Conselho de Administração do Grupo Abril ? Willian Parker e Guilherme Lins. Em julho de 2004, esta agência de especulação financeira havia adquirido 13,8% das ações da Abril, numa operação viabilizada por uma emenda constitucional sancionada por FHC em 2002.

A Editora Abril também têm vínculos com a Cisneros Group, holding controlada por Gustavo Cisneros, um dos principais mentores do frustrado golpe midiático contra o presidente Hugo Chávez, em abril de 2002. O inimigo declarado do líder venezuelano é proprietário de um império que congrega 75 empresas no setor da mídia, espalhadas pela América do Sul, EUA, Canadá, Espanha e Portugal. Segundo Gustavo Barreto, pesquisador da UFRJ, as primeiras parcerias da Abril com Cisneros datam de 1995 em torno das transmissões via satélites. O grupo também é sócio da DirecTV, que já teve presença acionária da Abril. Desde 2000, os dois grupos se tornaram sócios na empresa resultante da fusão entre AOL e Time Warner.

Ainda segundo Gustavo Barreto, ?a Editora Abril possui relações com instituições financeiras como o Banco Safra e a norte-americana JP Morgan ? a mesma que calcula o chamado ?risco-país?, índice que designa o risco que os investidores correm quando investem no Brasil. Em outras palavras, ela expressa a percepção do investidor estrangeiro sobre a capacidade deste país ?honrar? os seus compromissos. Estas e outras instituições financeiras de peso são os debenturistas ? detentores das debêntures (títulos da dívida) ? da Editora Abril e de seu principal produto jornalístico. Em suma, responsáveis pela reestruturação da editora que publica a revista com linha editorial fortemente pró-mercado e anti-movimentos sociais?.

Um ninho de tucanos

Além de ser controlada por grupos estrangeiros, a Veja mantém relações estreitas com o PSDB, que é o núcleo orgânico do capital rentista, e com o PFL, que representa a velha oligarquia conservadora. Emílio Carazzai, por exemplo, que hoje exerce a função de vice-presidente de Finanças do Grupo Abril, foi presidente da Caixa Econômica Federal no governo FHC. Outra tucana influente na família Civita, dona do Grupo Abril, é Claudia Costin, ministra de FHC responsável pela demissão de servidores públicos, ex-secretária de Cultura no governo de Geraldo Alckmin e atual vice-presidente da Fundação Victor Civita.

Não é para menos que a Editora Abril sempre privilegiou os políticos tucanos. Afora os possíveis apoios ?não contabilizados?, que só uma rigorosa auditoria da Justiça Eleitoral poderia provar, nas eleições de 2002, ela doou R$ 50,7 mil a dois candidatos do PSDB. O deputado federal Alberto Goldman, hoje um vestal da ética, recebeu R$ 34,9 mil da influente família; já o deputado Aloysio Nunes, ex-ministro de FHC, foi agraciado com R$ 15,8 mil. Ela também depositou R$ 303 mil na conta da DNA Propaganda, a famosa empresa de Marcos Valério que inaugurou um ilícito esquema de financiamento eleitoral para Eduardo Azeredo, ex-presidente do PSDB. Estes e outros ?segredinhos? da Editora Abril ajudam a entender a linha editorial racista da revista Veja e a sua postura de opositora radical do governo Lula.

* Altamiro Borges é jornalista


 
E Lula foi eleito de novo com a força do povo...

Montagem do Yuri Contini em homenagem a reeleição de Lula!


 

Fatos de 23.10.06...
 

Não troco o certo pelo duvidoso... agora é Lula de novo!

Até 1994, o Brasil era a oitava economia do mundo. Em 2002, o Brasil era apenas a 15ª economia, uma vergonhosa queda. Em 2005 já retomamos o 11º lugar e para 2006 a expectativa é que voltemos a figurar entre as 10 maiores economias do mundo.

O Brasil está menos desigual. De acordo com o PNAD/IBGE, o Brasil manteve por quase uma década seu percentual de miseráveis estável, ao longo do governo da oposição. De 2003 para 2005, o governo Lula conseguiu reduzir a miséria de 28% para 22%, e há fortes indícios que reduzirá para abaixo de 20% neste ano de 2006. Na área rural, entre 2003 e 2005, a queda da miséria foi de 52% para 45%, e na área urbana, de 25% para 20%, sendo ambos os menores valores da série histórica. A redução da miséria rural é um aliado importante na freada do eterno processo de migração, um dos maiores causadores dos mais graves problemas nas áreas metropolitanas, inclusive a violência. A miséria continuará a reduzir-se.

O Brasil investe na geração de emprego e renda. São 7,5 milhões de empregos, 5,5 milhões de empregos com carteira assinada, reduzindo a informalidade. É o maior processo de inclusão social da história do Brasil, que vai muito além da Bolsa Família, que atende milhões de brasileiros que dependiam de cestas básicas vindas do Centro-Sul, com produtos do Centro-Sul. Agora, esses brasileiros consomem produtos produzidos localmente. E para isso, inúmeras outras ações de geração de emprego e renda, promovida por diversos ministérios, em parceria direta com os municípios, mudam a vida de alguns milhares de pequenos municípios das áreas mais pobres do Brasil, fazendo um salto na renda gerada por essas cidades, muitas crescendo acima de 10% ao ano. Lula pretende continuar reduzindo a informalidade, com a aprovação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e da ampla e democrática discussão sobre a Reforma Trabalhista, envolvendo governo, empresas e trabalhadores. Aonde o Brasil mais precisa, cresce como a China, a Índia.

O Brasil pela primeira vez cresce para todos. Como mostra estudo da FGV, a renda domiciliar per capita dos 50% mais pobres cresce acima de 8% ao ano desde 2004, reduzindo a desigualdade social. O importante é que, em 2005, todas as faixas de renda tiveram ganho acima de 5%, o que mostra que a melhora para os mais pobres vem sendo promovida sem perda para os mais ricos. E isso pode ser demonstrado nos lucros recordes do setor produtivo, que teve progresso 3 vezes maior que o do setor bancário, até 2002 o único privilegiado das políticas econômicas. Lula pretende que o Brasil a partir de 2007 passará a ter crescimento superior a 5%.

O Brasil investe no presente para um futuro melhor. Gerar crescimento voltado para os mais ricos poderia gerar crescimento maior do PIB (de fato, mais renda para os mais ricos causa efeito mais intenso no PIB), mas aprofundaria nossos problemas urbanos, substancialmente. E cada vez mais riqueza seria desperdiçada no combate a violência e ao caos social das grandes cidades. Proirizar o crescimento dos mais pobres , ampliando os pólos de riqueza do país, gerará menos conflitos de território e melhor distribuição não apenas de renda, mas da população pelo território brasileiro. Por exemplo, o Luz para Todos é um programa que pretende universalizar o acesso a energia elétrica, com 3,7 milhões de brasileiros já atendidos pelo programa. No fim do segundo governo, Lula pretende que todas as famílias brasileiras tenham acesso a energia elétrica.

O Brasil não perde mais oportunidades. A expansão do setor sucro-alcooleiro e a introdução da cadeira produtiva do biodiesel é uma demonstração de visão de longo prazo do governo Lula, que promove ações para que o Brasil seja, nos próximos 15 anos, a maior potência de geração de energia do planeta. O biodiesel possui destaque especial, por agregar incentivos através do selo social, que gera renda atualmente para mais de 200 mil famílias até então miseráveis da área rural, com potencial para que milhões de famílias atuem nesse setor. O setor naval foi retomado, onde antes navios eram importados de Cingapura, agora são construídos nos estaleiros do nosso estado, gerando milhares de empregos. Outra grande frente será a de semicondutores, que ampliará a utilização de componentes nacionais na maioria dos produtos do setor eletro-eletrônico e mecatrônico. A pesquisa científica está num ritmo de crescimento da ordem de 15% anuais, com a desconcentração de investimentos e o enfoque na biotecnologia, na nanotecnologia entre outros. Lula fará do semi-árido nordestino um enorme pólo de produção de biomassa, mudando a realidade da região.

O BNDES na sua real finalidade. Nos tempos da privataria, o BNDES infelizmente foi utilizado como financiador da compra do patrimônio nacional por empresas estrangeiras, utilizando preciosos recursos para o nosso desenvolvimento da infra-estrutura na dilapidação das nossas estatais. No governo Lula, o BNDES retomou seu papel de financiador do crescimento nacional ? e também da integração continental, financiando a construção da estrada do Pacífico, no Peru, por exemplo ? e entre os grandes setores beneficiados, está o siderúrgico ? Ceará e Rio de Janeiro, Petroquímico, Ferroviário, Geração de Energia, num total de R$ 60 bilhões anuais. O BNDES agora usa parte de seu lucro para investimentos a fundo perdido em pesquisa e desenvolvimento de setores embrionários, impulsionando o setor tecnológico brasileiro. Lula continuará dando prestígio ao BNDES, que sempre estudará mais formas de impulsionar o desenvolvimento nacional.

As estatais tratadas como merecem. O sucateamento de tempos passados acabou. A Petrobras, ameaçada de se tornar Petrobrax nas mãos de FHC (700 mil reais gastos apenas na criação da infame logomarca), agora é a oitava companhia de energia do mundo (sim, a Petrobras deixou de ser uma empresa do setor de petróleo e agora atua na geração de energia em diversos ramos, investe na produção de etanol ? álcool ? e no biodiesel, além da pesquisa que resultou no H-Bio). Além da auto-suficiência, a empresa investe em duas novas refinarias, em Recife e em Itaboraí. Caixa e Banco do Brasil, outras 2 na mira da privataria, possuem lucros recordes e uma modernização considerável, além de todas estarem efetuando concursos públicos constantemente substituindo a farra de terceirizados de outros tempos. Lula fará cada vez mais as estatais lucrativas e administradas de acordo com os interesses nacionais.

Concursos públicos para um Estado mais profissional. Rígidos concursos públicos estão substituindo terceirizados em inúmeras autarquias. Por exemplo, na Perícia Médica do INSS, a terceirização total em 2001 gerou um aumento de 3 vezes nos gastos ? chegando a R$ 9 bilhões ? com licenças médicas, além de diversas denúncias de fraudes. A Polícia Federal também aumentou seu efetivo de 9 mil para 15 mil homens, houve concursos para professores ? que não ocorriam há muito tempo ? e também para o setor de saúde, num total de mais de 50 mil vagas, em sua maioria substituindo terceirizados, que por terem contratação livre acabavam sendo cargos de uso político. O número de cargos de confiança também foi reduzido em cerca de 30% no Governo Lula, apesar de toda a falácia da oposição. Lula manterá a política de novos concursos públicos e redução dos cargos de confiança, tornando a gestão do Estado brasileiro cada vez melhor.

O Brasil finalmente foi descoberto. A república finalmente foi instalada de fato no Brasil. Instituições republicanas fundamentais, jamais instaladas de verdade no Brasil, estão em plena liberdade de funcionamento. Como a Polícia Federal, a Receita Federal, o Ministério Público, promovendo mais justiça social, maior transparência nas contas públicas e desarticulando as grandes máfias do setor privado. Com o amplo combate à pirataria e ao contrabando, a indústria nacional consegue maior espaço para produzir. A expansão da arrecadação tributária se dá pela maior justiça na cobrança austera aos mais ricos, sonegadores em potencial. Isso abriu margem para duas correções acima da inflação da tabela do imposto de renda, que seguiu congelada por quase uma década e foi a maior causadora do aumento da carga tributária nos anos anteriores. Nenhum imposto foi criado ou teve alíquota aumentada. Lula manterá e ampliará o combate à corrupção, à sonegação fiscal e às máfias deste país.

No Brasil, pagará menos impostos quem não pode pagar. Agora, podemos promover desoneração tributária com justiça, pois temos a exata noção do quanto o sistema tributário brasileiro é capaz de arrecadar, não apenas taxando a classe média, os pobres e os bons empresários, mas também atingindo duramente os sonegadores de impostos e contribuições. Vários setores, como o da construção civil e os produtos da cesta básica, estão tendo desoneração constante, ocorrendo amplo aumento do acesso a esses produtos, o que gera milhares de empregos. Lula manterá a correção constante da tabela do Imposto de Renda e impostos que estimulem o consumo popular e a produção em setores estratégicos serão cortados.

O Brasil volta a investir no ensino público gratuito e de qualidade. Interiorização do ensino, ProUNI e o retorno da expansão das instituições federais de ensino superior aumentam a acessibilidade ao ensino superior. Cabe lembrar, em 2002 a grande discussão provovida pela atual oposição era sobre o fim do ensino universitário gratuitio. A expansão das escolas técnicas e profissionalizantes (120 mil novas vagas) e a melhoria da qualidade no ensino básico (com a implantação do FUNDEB), além da implantação do Projeto Presença, que está tornando realidade um sistema de controle intensivo dos alunos das escolas públicas (especialmente dos cadastrados no Bolsa Família), resultando na redução drástica da evasão escolar. O analfabetismo foi combatido, com cerca de 5 milhões de jovens e adultos atendidos, em programas que associam a alfabetização e o ensino profissionalizante. No setor cultural, os 500 Pontos de Cultura (inclusão digital em projetos culturais de norte a sul), o Projeto Monumenta e o melhor momento da história do cinema nacional mostram a importância que o setor possui. Lula expandirá o acesso ao ensino infantil e médio e ampliará o acesso à universidade e ao ensino técnico, com a implantação de pelo menos 1 unidade em cada cidade-pólo.

O Brasil tem mais saúde para quem mais precisa. Expansão da rede de Saúde da Família, que já chega a 5,1 mil municípios. O SUS vem sendo reforçado, com 35% a mais de recursos nos últimos anos. Além disso, foram criados os programas Samu 192 (857 municípios, com 44% da população brasileira), Brasil Sorridente (383 CEO, 64 milhões de brasileiros atendidos) e Farmácia Popular do Brasil (149 unidades próprias e mais de 2 mil drogarias conveniadas). Investimentos na produção de medicamentos para distribuição gratuita e na pesquisa científica do setor são inéditos. Lula irá concentrar esforços na melhoria da qualidade da saúde pública, para que os índices de 98% de atendimentos em relação às solicitações e 84% de satisfação sejam aumentados.

A infra-estrutura que o Brasil precisa para crescer. No modelo anterior, a infra-estrutura viveu um processo de abandono e estagnação grave, resultando em enormes prejuízos para o país, como nas gigantescas filas de carretas na descida do Porto de Paranaguá, por exemplo. O setor vive um novo panorama, com a retomada do setor ferroviário (Norte-Sul, Transnordestina, Ferroanel de São Paulo, retomada na construção de vagões), o rodoviário conta, de acordo com o próprio setor, com o melhor momento na questão de manutenção dos últimos 15 anos, com a maior parte da malha com contratos ativos de manutenção, várias obras de duplicação (BR-060, entre Goiânia e Brasília, e a BR-101 em diversos trechos, como entre Florianópolis e Porto Alegre e entre Recife e Natal, por exemplo). Diversos portos e aeroportos foram expandidos, ampliando a capacidade de movimentação de cargas. As PPPs já começam a se tornar realidade, após cuidadoso processo de regulamentação, que gerará a expansão da nossa infraestrutura num processo muito mais veloz e com baixo ônus para os usuários. Lula promoverá nesse segundo mandato a maior expansão de infra-estrutura das últimas décadas, sem perder o ritmo de desenvolvimento sustentável que as outras tentativas acabaram provocando, devido geralmente ao excesso de endividamento.

Desenvolvimento sustentável com preocupação ambiental e social. A Amazônia, que vinha em crescente processo de destruição, com o aumento da austeridade na fiscalização, apresentou redução de 32% no desmatamento de 2004 para 2005 e mais 11% para 2006. O programa de Desenvolvimento Sustentável da BR-163 permitirá o asfaltamento da rodovia, no trecho entre o extremo Norte de Mato Grosso e Santarém no Pará, com o uso responsável das margens da rodovia. O mesmo modelo deverá ser aplicado no asfaltamento da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho. O conceito de propriedade privada de livre uso, defendido pela oposição, não condiz com a realidade do século XXI. Os benefícios e custos ambientais e sociais devem ser discutidos, visando progresso com preservação social para as futuras gerações. Lula continuará promovendo desenvolvimento sem perder a preocupação com o meio-ambiente.

O Brasil mais independente e soberano. Além do fim da tutela do FMI, da redução drástica da dívida externa e do aumento das reservas internacionais a um nível recorde, o Brasil implantou uma política externa de austeridade e redefinição de seu papel, com amplas associações com países com perfil semelhante no contexto mundial, como África do Sul, Índia e China, aproximou-se dos países mais pobres, especialmente os irmãos africanos, além da intensificação do Mercosul e da integração regional com os países vizinhos. O Brasil expandiu sua corrente de comércio essencialmente com acesso a novos mercados, diversificando sua pauta de exportações. Sua posição na OMC de apoio aos países pobres encontrou respeito da Europa e dos EUA, que pela primeira vez não possuem capacidade de impor suas vontades sem um amplo debate. Lula manterá o Brasil com uma postura em defesa de seus interesses e com uma estratégia de cabeça erguida, contrapondo a submissão do projeto neoliberal do PSDB.

O Brasil realmente mais democrático. Os maiores grupos de mídia do país estão em campanha aberta contra Lula, em um momento mais triste até que o absurdo da campanha de 1989. Este processo se deve ao fato que Lula pretende ampliar o acesso a mídia para grupos alternativos, como rádios e TVs comunitárias, além do aumento da inclusão digital, o que deverá reduzir a capacidade de manipulação. A venda de micros para residências é recorde, através do Programa Cidadão Conectado ? Computador para Todos, além da instalação de 1,6 mil Telecentros em todo o Brasil, De fato, a existência da Internet, que em 1989 não exstia, é um setor de resistência, que serve de espaço de contra-informação e que torna, por isso mesmo, o ataque da grande mídia ainda mais ácido. Quanto mais popular for o acesso a Internet, isso representará uma menor fatia de patrocínios para estes grandes grupos, afetando também os interesses empresariais. Por isso que ataques infundados, levianos e sem provas diariamente ocupam a maior parte do espaço disponível para notícias destes grupos, que tratam a oposição com um carinho e uma falta de memória incomum. A pressão popular pela implementação de regulamentações sobre a responsabilidade civil para jornalistas também aumenta, para por fim à ?ditadura da liberdade de imprensa?. Imprensa livre sim, mas livre não apenas da influência do Estado, mas também de grupos privados manipuladores de opinião. Lula promoverá maior inclusão digital, o que garantirá maior poder à Internet, a mídia mais democrática que existe e o acesso a informação será cada vez mais transparente e democrático.



 

Fatos de 22.10.06...
 
O amor de meu voto

Mais do que saber a origem do dinheiro, o que as elites brasileiras querem mesmo é mudar o destino do dinheiro. Afinal, para assegurar crédito para latifundiários e empresários (que nunca pagam o que conseguem nos bancos públicos), é necessário deixar de lado a construção de mais cisternas, novos auditórios em escolas sem estrutura, rede de esgotos e a ajuda para cooperativas de leite.


- Por Inácio França, jornalista, de Recife.

Para se chegar a Olivedos de carro é preciso entrar à direita numa estrada de terra, 30 minutos depois de Campina Grande. Pouco mais de 3.300 pessoas vivem no município, a maioria em modestas casas construídas ao redor da pequena igreja matriz, pintada de amarelo. A caatinga que marca a paisagem dos Cariris Velhos, agreste paraibano, começa já no quintal das casas.

Numa viagem profissional às vésperas do feriado, passei algumas horas na cidade, tempo suficiente para cumprir a tarefa de acompanhar uma avaliação da gestão das políticas sociais do município. Tempo suficiente para as explicações racionais e ideológicas, que justificaram meu voto em Lula no primeiro turno, perdessem sentido.

Em Olivedos, pressenti que meu voto em Lula no segundo turno será um momento de intensa emoção. Um voto carregado de orgulho, um voto com amor. Isso tudo porque cheguei cedo à cidade, uma hora antes do previsto. Aproveitei, então para perambular pela cidade e conversar com algumas pessoas que participariam da reunião. Logo me chamou a atenção o movimento diante de uma casinha pintada de verde, na verdade, uma espécie de garagem, com apenas um cômodo. Em fila diante da garagem, alguns homens simples, ao lado de jumentos que carregavam nas laterais aquelas enormes garrafas de alumínio para transportar leite. Dentro do imóvel, um enorme tanque, da altura de um homem adulto, com uns aparelhos modernos e um painel digital, algo improvável numa casinha simples, cercada de mandacarus, xique-xiques, juremas e algarobas.

Uma senhora, que se apresentou como presidente da "associação",explicou que aquele tanque era refrigerado, garantia a conservação do leite até meio-dia, quando um caminhão de uma empresa levava o alimento para a fábrica, em João Pessoa. Com a venda do leite, cada um dos pequenos criadores, donos de minúsculos lotes de terra e três ou quatro vacas, fatura até R$ 550,00 por mês. Até o ano passado, a principal fonte de renda dessas pessoas era o dinheiro da aposentadoria, um salário-mínimo, recebido geralmente pela pessoa mais velha da família.

Antes, esses criadores só tinham uma saída: percorrer a cidade em seus jumentos, vendendo diretamente para os moradores da cidade por R$ 0,30 cada litro. Às 10h, por causa do calor, o leite começava a estragar. O desperdício era grande. Hoje, a empresa paga R$ 0,70 por litro, dos quais R$ 0,05 fica na associação para pagamento dos impostos e do salário do rapaz que recebe o leite e faz os exames para controlar a pureza do alimento, antes de colocá-lo no tanque refrigerado.

O tanque foi comprado com recursos do micro-crédito de um programa do Ministério do Desenvolvimento Agrário. O rapaz aprendeu a testar a pureza do leite num curso na capital, pago com recursos federais. Na mesma rua da garagem onde funciona a cooperativa de leite, está a Escola de Ensino Fundamental Monsenhor Stanislaw. Orgulhosa, uma funcionária da prefeitura me leva para conhecer as obras do auditório da escola, que está sendo construído no lugar de um galpão cujo teto já ameaçava os alunos. A obra também parece improvável naquela cidade: o auditório terá capacidade para 300 pessoas, 10% da população da cidade, e está sendo construído em forma de anfiteatro, com poltronas confortáveis que já chegaram e estão guardadas, prontas para serem instaladas. "Quando o auditório, ficar pronto os meninos da banda de pífanos e do coral vão ter onde se apresentar", antecipa a funcionária.

Perguntei de onde veio o dinheiro, a senhora se espantou, respondendo quase indignada com tamanha ignorância: "do Ministério da Educação". Mais adiante, buracos abertos no calçamento de paralelepípedos, na área em torno do colégio. A funcionária, grávida de oito meses, informou que aquelas eram obras do saneamento e da rede de esgotos. Segundo ela, até o final de 2007, Olivedos estará 100% saneada. Antes que eu fizesse mais outra pergunta besta, ela foi logo dizendo que o dinheiro veio do Ministério das Cidades.

Á tarde, depois da avaliação, se desculparam porque eu não poderia conhecer o prefeito. "Josa (esse é o apelido do prefeito Josimar) foi em João Pessoa assinar um convênio para conseguir mais cisternas e banheiros pro pessoal da zona rural". O convênio foi assinado na Fundação Nacional de Saúde, que já custeou a construção de dezenas de outras cisternas e banheiros que funcional com água da chuva, captada por calhas, assim como as cisternas.

A caminho do Recife - onde vivo a mercê do noticiário da TV e da ótica de amigos que recebem salários razoáveis, vivem em apartamentos como o meu, com banheiros confortáveis, em ruas asfaltadas de classe média e filhos estudando em imensos colégios particulares - avaliei o quanto esses Brasis não se relacionam, não se conhecem. Compreendi o tamanho do abismo que nos separa e quanto está sendo feito para reduzir essa distância. E entendi os motivos do ódio e da mobilização daqueles que sempre tiveram livre acesso ao dinheiro que corre nas veias do Governo Federal.

Mais do que saber a origem do dinheiro, o que as elites brasileiras querem mesmo é mudar o destino do dinheiro. Afinal, para assegurar crédito para latifundiários e empresários (que nunca pagam o que conseguem nos bancos públicos), é necessário deixar de lado a construção de mais cisternas, novos auditórios em escolas sem estrutura, rede de esgotos e a ajuda para cooperativas de leite.

Mas, finalmente, compreendi porque os moradores de Olivedos se referem ao presidente da República como alguém da família. Luís Inácio Lula da Silva, para os olivedenses, é o "nosso Lula". O governo Federal está tão perto que o presidente é íntimo de todos eles.


 

Fatos de 20.10.06...
 
Midiatrix Revelations

Genial, um vídeo adaptado de Matrix, onde a nossa "programação" é feita pela mídia manipuladora brasileira. Um recado muito bem pensando e bem feito. Vejam!


 
Lula Presidente 17/10

Programa incia com um recado anti-privataria do PSDB, e depois Lula aponta os principais rumos pro segundo mandato. Depois há o destaque na questão do biodiesel. E também mostra o apoio do Prefeito de Salvador, do PDT.


 

Fatos de 19.10.06...
 
Lula Presidente 16/10

Programa de 16/10


 
Lula Presidente 15/10

Programa de 15/10 de Lula. Destacando a educação no Dia do Mestre.


 

Fatos de 18.10.06...
 
Discurso de Boal no Canecão, no encontro de Lula com os artistas, aqui no Rio


17 de Outubro, Rio de Janeiro



Augusto Boal



Caras Companheiras, e Caros Companheiros,



eu quero lembrar àqueles que são da minha idade - e quero revelar aos menorzinhos -, que errar faz muito bem à saúde... desde que se aprenda. Nós aprendemos muito, aprendemos que não podemos continuar errando os mesmos erros que erramos no nosso passado político. Nunca mais os erros de 64: nunca mais a divisão.



Como cada um de nós é uma unicidade, é natural que, mesmo quando pensamos a mesma coisa, pensemos essa mesma coisa de forma diferente. Cada gêmeo, cada família, cada torcedor de um mesmo time, cada membro de uma mesma associação antifascista, cada militante de cada partido político de esquerda, por mais que tenha, com os demais, um sólido denominador comum, pensa de forma diferente a mesma coisa igual. Isso é maravilhoso, é assim que se avança: cotejando opiniões, dialogando entre companheiros, manifestando dúvidas e hesitações.



Mas tem um porém: vezes há em que o combate se dualiza e o mundo se divide em duas metades: não existe terceira metade, não existe a terceira margem do rio. É lá ou cá. É este esse momento: ou cá ou lá!



Em 1964, a esquerda se dividiu em ALN, PC do B, Var-Palmares, MR8, PCR e outros: um mais à esquerda, outro menos à esquerda; um, um pouco mais ou menos à esquerda, outro menos ou mais; uma esquerda assustada, timorata e temerosa, outra, afoita, destemida e corajuda. Eram tantas divisões e dissidências, dissidências das divisões e divisões das dissidências, divisões das divisões e dissidências das dissidências, que, nós, que éramos a maioria, que éramos todos contra a ditadura mas estávamos divididos, nós fomos vencidos. Todos. Perdemos para uma ditadura sólida, que também tinha nuances, inimizades, conflitos econômicos, mas eram todos ditadores. Perdemos e pagamos caro a derrota - no espírito e no corpo. Pagamos caro.



Hoje, só eu penso como eu, só Lula pensa como Lula, só cada um de nós pensa como cada um. Mas, mesmo pensando diferente, pensamos a mesma coisa: temos que derrotar esses adversários. Não para que sejamos vencedores, - não há medalhas a distribuir, nem taças nem troféus - mas para que vença o povo brasileiro.



Não por nossa causa, ou não apenas, mas pela causa dos países irmãos nossos vizinhos, pela causa dos países escravizados da África e de toda parte, globalizados, fagocitados pela potência hegemônica que dissemina a guerra inclemente e a pilhagem desavergonhada. Não por nossa causa, ou não apenas, mas pela causa dos pobres e miseráveis do mundo inteiro, inclusive dos países ricos, pois que lá também existem oprimidos, humilhados e ofendidos.



Não somos nós que radicalizamos: é a direita! Hoje, nós estamos diante de uma direita canibal - no sentido figurado, pois come as riquezas do Brasil, privatizando, privatizando, privatizando, e dizendo "Sou lobo feroz sim, porém... vegetariano!" A direita é também canibal no sentido literal, como aconteceu domingo no Leblon, quando alguns fascistas comeram um dedo de uma militante petista. E tiveram a sem-vergonhice de dizer que o comiam para que ela tivesse no corpo a marca do Lula? Foi o que disseram eles, e eu digo: se fosse necessário marcar no corpo a sua ideologia, então a direita teria que cortar, ela própria, não um dedo, mas suas cabeças vazias.



Eu não quero dizer nem peço, eu não peço nem penso que devemos esquecer as diferenças que temos. Temos que vencer a direita, sim, mas temos que continuar mobilizados depois da vitória.



Para vencer a direita não basta votar em Lula todos os que já são de esquerda: é preciso que nele votem também os mal informados: são esses que devemos conquistar. Temos que votar e multiplicar!



Na primeira posse de Lula houve um acidente e um incidente que ficaram gravados nos olhos da minha memória. O acidente foi o carro onde estava Lula quando ia tomar posse. O calhambeque, bonito carro de coleção, subia uma ladeirinha quando morreu o motor. O risco era que voltasse tudo pra trás, ladeira abaixo, com Lula dentro. O povo, o querido povão que estava lá, não hesitou: empurrou o carro que subiu ladeira acima e o povo ficou olhando o carro que se afastava.



Depois da posse, aconteceu o incidente: o povo queria ver de perto, abraçar o presidente, mas tinha pela frente um espelho d´água. Outra vez o povão não hesitou e, vestido como estava, mergulhou n´água, e foi lá para o palácio encharcado, pingando peixinho dourado, foi abraçar Lula, ou ver de perto.



Hoje, mais uma vez, mais do que nunca, não podemos hesitar: temos que mergulhar no espelho d´água, temos que empurrar o carro montanha acima, e temos que continuar empurrando depois da vitória, empurrando sempre, porque não é justo deixar que um homem só faça o trabalho que compete ao povo inteiro.



Nossa maior emoção política foi no dia em que paramos de gritar Lula Presidente e pudemos gritar Presidente Lula. Ele foi eleito, mas fomos nós que gritamos.



Lula, nós sempre estivemos do teu lado e, hoje, mais do que nunca, estamos com você! Mas de nós, Lula, você nunca mais vai se livrar. Assim seja!


 

Fatos de 16.10.06...
 
Dois projetos estão em jogo:
O futuro do Brasil depende de você!


O projeto de Lula é em defesa do povo brasileiro e da soberania nacional.

Hoje, não assistimos mais àquelas cenas deprimentes da época de FHC, quando o FMI chegava no Brasil dando ordens, impondo condições, mandando cortar gastos sociais, exigindo a demissão de servidores e até se metendo na vida dos brasileiros. Lula deu um basta à intromissão do FMI.

O projeto de Alckmin é em defesa dos ricos, dos banqueiros, do FMI e de submissão aos Estados Unidos. E não é à toa que comparamos os governos Lula e FHC pois a verdade é que Alckmin representa a continuidade do governo Fernando Henrique e o projeto do PSDB independente de candidato e é sempre o mesmo.

Você se lembra do governo do apagão?

Com certeza, sim! O governo do apagão era nada mais nada menos que o senhor FHC. Foi a maior prova de incompetência de um governo. Aconteceu em 2001. Na época, o povo foi obrigado a economizar energia, a desligar quase todos os aparelhos elétricos e as contas de luz aumentaram em 20%.

Você sabe quem é o candidato a vice do Alckmin?

O nome dele é José Jorge, senador do PFL de Pernambuco. José Jorge era o Ministro das Minas e Energia do governo FHC na época do apagão.
O passado do PSDB mostra que eles governam para uma minoria de privilegiados. Lula governa para toda a população.

VEJA MAIS DIFERENÇAS ENTRE OS PROJETOS DE LULA E ALCKMIN:

DIREITOS DOS TRABALHADORES

Lula - Não mexeu nos direitos dos trabalhadores e retirou projeto que estava no Senado que piorava artigos da CLT.
Alckmin/FHC/PSDB - Vai mexer nos direitos trabalhistas, como o artigo 618 da CLT que estava para ser aprovado no Senado. O projeto mexe com as férias, 13º e carteira assinada do trabalhador. FHC também já estava com projeto para alterar a licença maternidade das gestantes.

COMBATE À CORRUPÇÃO

Lula - deixou a Polícia Federal trabalhar, contratou mais policiais, desmontando quadrilhas de traficantes, de desvio de dinheiro público e permitindo que até membros do governo fossem investigados, afastados e denunciados para apuração dos fatos. Foram 281 grandes operações, realizando 3.292 prisões. Algumas quadrilhas agiam a mais de 12 anos.
Alckmin/FHC/PSDB - Alckmin impediu a abertura de 69 CPIs no governo de São Paulo e foi incompetente no combate ao crime organizado em São Paulo. Hoje o Estado está sob mira do PCC. FHC mandava engavetar as investigações da Polícia Federal e impedia a abertura de dezenas de CPIs sobre corrupção em seu governo. No governo FHC, em oito anos, a PF realizou apenas 20 operações e 54 prisões.

PRIVATIZAÇÃO

Lula - Barrou a privatização dos Correios, que já estava encaminhada pelo governo FHC. A Caixa estava sofrendo desmonte para também ser privatizada. Lula recuperou a Caixa, que hoje amplia os empréstimos para construção, reforma e financiamento da casa própria. Lula fortaleceu as empresas e instituições públicas para cumprirem seu papel social junto à população.
Alckmin/FHC/PSDB - Fernando Henrique vendeu mais de R$100 bilhões do patrimônio nacional e até hoje não se tem notícia do dinheiro. O governo Alckmin doou todo o patrimônio energético dos paulistas. O projeto deles agora é privatizar a Petrobrás, a Eletrobrás, o Banco do Brasil, e a Caixa Econômica Federal. Alckmin nega essas privatizações, mas alguns grupos econômicos que o apóiam precionarão para que elas aconteçam.

OLHAR, AVALIAR E VOTAR: LULA PRESIDENTE 13

  • Lula levou comida para quem tem fome
12 milhões de famílias são beneficiadas com o programa Bolsa Família e fazem 3 refeições diárias: é comida na mesa de 40 milhões de pessoas.

  • Lula acabou com o projeto de FHC que retirava direitos dos trabalhadores
A primeira medida de Lula presidente foi retirar do Senado o projeto que alterava o artigo 618 da CLT. O projeto da elite, representada pelo PSDB e PFL, é mexer com a CLT e eliminar direitos, como o 13º, as férias e a carteira assinada.

  • Lula levou luz para quem não tinha energia
O Programa Luz para Todos beneficiou 3 milhões de pessoas na zona rural. O Luz para Todos criou 89 mil postos de trabalho, gerados pela reativação de fábricas de postes, o reaquecimento da indústria de materiais elétricos e o aumento na venda de elétrodomésticos. Gerou emprego também nas comunidades beneficiadas com a organização de cooperativas para a produção de mel, rapadura de caju, queijos, artesanato entre outras.

  • Lula levou água para quem tinha sede
Construção de 118 mil cisternas, beneficiando 571 mil pessoas de 858 municípios. Hoje essas famílias mantêm uma roça familiar e criam pequenos animais domésticos, vendem parte do produto produzido como leite, frutas e hortaliças, garantindo o seu sustento e sem precisar fugir da seca.

  • Lula implantou o programa Brasil Sorridente
O programa oferece atendimento odontológico gratuito e já atendeu milhões de pessoas. 15 milhões de pessoas foram ao dentista pela primeira vez.

  • Lula estabilizou os preços e aumentou o poder de compra dos trabalhadores
Reduziu a inflação que era de 10% ao mês no governo FHC, para menos de 3% ao ano. A taxa de juros em queda garantiu aumento real de salários, possibilitou a redução dos preços de alimentos e também de materiais de construção. O cimento que custava 22 reais no governo FHC, passou para 9 reais. O arroz tipo 1 que chegou a 16 reais, hoje está em 5 a 6 reais. A lata de óleo que atingiu valores de quase 4 reais, custa menos de 2 reais.

  • Lula fortaleceu a agricultura familiar
A agricultura familiar hoje é reconhecida como política de Estado, com R$7,5 bilhões de financiamento, beneficiando milhares de famílias em todo o Brasil.

  • Lula reduziu as desigualdades sociais
A desigualdade social é a menor em 25 anos. Segundo a FGV, 8,4 milhões de pessoas saíram da miséria, beneficiadas por um dos maiores e mais eficientes programas sociais do mundo, com combate à fome, distribuição de renda, aumento real do salário mínimo, acesso a alimentos mais baratos e fortalecimento da agricultura familiar.

  • Lula levou remédios para quem estava doente
130 é o número de farmácias populares que vendem remédios com preços 90% menores do que os do mercado, milhares de farmácias comuns conveniaram-se ao programa e também vendem a preços baixos os medicamentos.

  • Lula garantiu formação proficional para milhares de jovens
Nos últimos 3 anos, 56,8 mil jovens que prestaram serviço militar, também receberam formação profissional pelo programa Soldado Cidadão.

  • Lula levou esperança para quem não tinha futuro
O ProUni possibilitou a entrada na universidade de 205 mil jovens estudantes de baixa renda. Foram criadas 10 novas universidades federais e implantadas 48 extensões universitárias, gerando 125 mil vagas no ensino superior público, gratuito e de qualidade.

  • Lula valorizou o esporte e a inclusão social
Um programa que combina esporte, alimentação, reforço escolar e noções de saúde e higiene tem crescido enormemente no país. É o Segundo Tempo, criado pelo Ministério do Esporte em 2003 e que nesse período alcançou a impressionante marca de 1 milhão e meio de crianças atendidas em 1.242 municípios de todo o Brasil. O programa é uma boa demonstração do quanto pode ser feito com criatividade, dedicação e simplicidade: a idéia é criar um Segunto Turno escolar (quem estuda pela manhã, por exemplo, freqüenta as atividades à tarde) para que os alunos da rede pública possam praticar esportes e ter reforço escolar, lanche e aulas de cidadania. Além disso, as mães dessas crianças e outras famílias participam das 70 fábricas sociais que produzem materiais esportivos, gerando emprego e renda. Com o Bolsa Atleta, esportistas que não conseguem patrocínios privados são beneficiados com o apoio financeiro mensal para seus treinamentos e competições. Já há 940 atletas contemplados, nas categorias estudantil nacional, internacional, olímpica e paraolímpica.

  • Lula possibilitou a construção e reforma da moradia
Redução do IPI para produtos da cesta básica da construção civil. Alíquotas que eram de 5% foram zeradas, enquanto outras, antes em 12% e 10%, foram reduzidas para 5%. Essas medidas têm permitido tornar mais baratos materiais como: cimento, esquadrias metálicas e de madeira, tubos e conexões, torneiras, cerâmica esmaltada, louças sanitárias e azulejos, entre outros. Os juros para compra da casa própria também foram reduzidos.

  • Lula melhorou o acesso à saúde
O SAMU 192 já está presente em 857 municípios, com 979 ambulâncias e 102 centros de regulação, beneficiando 44% da população brasileira com atendimento de urgência nas áreas traumática, pediátrica, cirúrgica e obstétrica. Com isso, o SAMU está contribuindo para reduzir o número de óbitos, o tempo de internação em hospitais e as seqüelas decorrentes da falta de socorro adequado. Antes deste governo não existia atendimento móvel pré-hospitalar de emergência.

  • Lula criou novos postos de trabalho
São 7,6 milhões de novos empregos, sendo 5,5 milhões com carteira assinada.

  • Lula valorizou os trabalhadores
96% das categorias tiveram reajustes iguais ou superiores à inflação no primeiro semestre, o melhor resultado dos últimos 10 anos.

  • Lula fortaleceu a merenda escolar e governou para as crianças
Os recursos da merenda escolar, que estavam congelados há 10 anos, foram reajustados em 70%. Além disso, a merenda passou a beneficiar também 881 mil crianças de 18 mil creches públicas e filantrópicas. O atual governo também desenvolveu políticas para crianças com necessidades especiais, formou 90 mil professores para a rede pública e distribuiu materiais didático-pedagógicos como livros em Braille para todos os alunos cegos.


 
Lula Presidente 14/10

Lula faz por todo o Brasil. O Brasil de Todos, de norte a sul, do campo às cidades.


 
Lula Presidente 14/10

Programa mostra pesquisas e confiança do eleitorado na vitória de Lula!


 

Fatos de 13.10.06...
 
Lula agradece orkuteiros

Mensagem especial para a turma do Orkut! É o reconhecimento de Lula para nosso esforço!


 
Lula Presidente 12/10

Programa noturno de 12 de outubro, estréia do segundo turno. Lula faz comparações e propõe muitas ações para o futuro.


 
Lula Presidente 12/10

Programa de Lula da manhã de 12/10. Comparando com o adversário e mostrando trechos do debate, onde foi o vencedor. Não troque o certo pelo duvidoso, quero Lula de novo!


 
Ele calado é um poeta

O texto a seguir tenho o prazer de transcrevê-lo pela tamanha concordância que tenho. Sintético e bem claro. Melhor impossível. Recebi ele por e-mail, com esse assunto que eu usei de título desse post.

____________

Concepção de Estado separa Lula de Alckmin, diz FHC a jornal suíço.



O ex-sociólogo e ex-ex-presidente de vez em quando tem lapsos de sanidade, eu escrevi lapsos, só que de repente sua insanidade retorna a sua mente.

Num desses lapsos de sanidade ele diz a um jornal suíço que concepção de estado separa Lula de Alckmim, bravo, ex-sociólogo, gostei; logo adiante ele emburrece e estraga tudo.

Concordo com ex-ex-presidente que concepção de estado é que separa Lula de Alckmim. Senão vejamos:

Para Lula a concepção de estado é o todo, desde o mais pobre dos pobres aos mais ricos dos ricos, desde que seja um cidadão de acordo com a constituição que nos rege. Assim todos têm que ser tratados igualmente perante a lei, e o estado tem de lutar na manutenção de sua soberania.

Assim temos visto a PF prender do reles traficante, passando pelos correligionários do próprio partido até donos de bancos e de lojas como a Daslu que tinha como empregada a filha do Ex-governador de São Paulo um tal de Geraldo. Ao invés de privatizar investiu na Petrobras e transformou o Brasil em auto-suficiente em petróleo e assim teria feito com a Vale e as Teles, se tivesse tido oportunidade.

Para Alckmim a concepção de estado se restringe aos grupos que formam o que eles chamam de elite, eu chamaria de máfia. São grupos que se formaram durante o período da ditadura militar, coniventes com os métodos adotados de repressão com participação ativa em tais métodos pelos quais eram regiamente agraciados com favores, que os tornaram poderosos e dependentes; essa dependência os tornou preguiçosos e incapazes e não conseguem sobreviver sem ela.

É esta diferença de concepção que está tornando essa eleição uma guerra. É a guerra pela sobrevivência de grupos que sem as benesses do governo, se extinguirão. Eles já não sabem como lutar pelo pão de cada dia, jornais já fecharam as portas, empresas estão penduradas esperando a volta dos tucanos ao poder, redes de televisão estão desesperadas, com o possível fim de renegociações de dívidas antes tão fáceis.

Aqui, senhor ex-sociólogo e ex-ex-presidente, atual senhor nada, vou usar uma frase que copio do Romário, o senhor calado é um poeta.



Paulo Nolasco de Andrade.


 

Fatos de 12.10.06...
 
As falcatruas desenterradas de Alckmin

Altamiro Borges *

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=24044

Adital - Segundo as especulações da mídia hegemônica, o candidato da oposição liberal-conservadora, Geraldo Alckmin, ficou extremamente abatido com as últimas pesquisas de opinião que confirmam sua queda nas sondagens eleitorais - inclusive nas regiões Sul e Sudeste e entre os mais escolarizados. No comando de sua campanha, que reúne os rentistas "modernos" do PSDB, os velhos oligarcas do PFL e os trânsfugas do PPS, o clima seria de velório, com os mais afoitos já procurando os bodes expiatórios para justificar a possível surra na eleição presidencial. Em recente entrevista, o próprio FHC, conspirador-mor da direita brasileira, reconheceu que Alckmin "não tem carisma" e que talvez tenha sido um erro a sua escolha.Diante deste deprimente cenário, o bloco PSDB-PFL teria decidido "baixar o nível" da batalha sucessória. A agência de notícias Reuters revela que "em reunião da coordenação política da campanha nesta quarta-feira (9), tucanos e pefelistas resolveram que precisam explorar com maior contundência o escândalo do mensalão e ligar Lula ao episódio. ?Queremos extirpar essa praga da corrupção?, disse Alckmin, negando, porém, que seja uma nova estratégia da campanha após o resultado negativo das sondagens eleitorais. Nos bastidores, contudo, pessoas diretamente envolvidas na campanha dizem que ?não engoliram? as pesquisas, sobretudo os indicadores que revelam o crescimento da avaliação positiva do governo Lula".

Confirmada estas notícias de bastidores, a batalha sucessória de 2006 promete ser uma das mais sujas da história republicana do Brasil. Mas é bom Geraldo Alckmin ficar esperto! Há muito chumbo-grosso para ser disparado contra ele nesta campanha. Seu tempo de anonimato, em que a mídia garantia uma poderosa blindagem para salvar a imagem do "picolé de chuchu", parece que acabou. No início de agosto, dez dos onze juízes do Supremo Tribunal Federal (STF) anularam uma norma do Poder Legislativo de São Paulo que condicionava a criação de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) à aprovação em plenário dos seus requerimentos. Com isso, fica aberto o período de caça ao tucano! Muita sujeira pode vir à tona.

Apesar do discurso udenista, esse "paladino da ética" sempre tentou evitar qualquer investigação sobre as falcatruas do seu governo. Para isto, ele inclusive utilizou um artifício legal do período da ditadura militar para impedir a instalação das CPIs, o que exigia que os respectivos requerimentos fossem aprovados pela maioria absoluta dos deputados. O STF destruiu esta trincheira ao julgar procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) proposta pelo PT contra a norma em vigor na Assembléia Legislativa de São Paulo, por considerar que este dispositivo fere o artigo 58, parágrafo 3º da Constituição Federal, segundo o qual basta a assinatura de um terço dos integrantes do parlamento para que uma CPI seja instalada.

Caixa-2, propinas e fraudes

A decisão do STF abre caminho para que sejam desenterrados os 69 pedidos de CPIs bloqueados pelo ex-governador Geraldo Alckmin desde 2003. Destas, 37 são para investigar irregularidades, fraudes e casos de corrupção praticados diretamente pela administração estadual. Como observou Alessandro Rodrigues, do jornal Hora do Povo, "trata-se de uma gigantesca lista de crimes do governo tucano em São Paulo que deixou de ser apurada. Caso fossem instaladas, estas CPIs puxariam uma corda e possibilitariam que os crimes praticados nos últimos doze anos de governo do PSDB viessem à tona". Para ele, o criminoso e suspeito processo de privatização das estatais paulistas é o que mais preocupa o candidato Alckmin.

"Investigar as privatizações pode desnudar o esquema da prática de caixa-2 e de propinas depositadas em paraísos fiscais, fruto dos acertos com empresas estrangeiras que açambarcaram estas estatais por preços subavaliados", afirma. A oposição, que sempre teve o seu trabalho sabotado na Assembléia Legislativa, pretende instalar de imediato as CPIs da Nossa Caixa, CDHU, Febem, Rodoanel e Calha do Rio Tietê. No caso dos contratos de publicidade entre a Nossa Caixa e as agências Colucci&Associados Propaganda e Full Jazz Comunicação, o próprio Tribunal de Contas do Estado já condenou o governo estadual. O TCE considerou que houve "afronta à legalidade e à moralidade" nos "ajustes verbais" que permitiram que estas agências movimentassem R$ 45,4 milhões sem contrato, entre setembro de 2003 e julho de 2005.

Ainda segundo o TCE, houve "desvio de finalidade" por parte deste banco ao veicular anúncio em órgãos ligados aos deputados estaduais em troca de apoio na Assembléia Legislativa, uma espécie de compra de votos. Ao analisar 278 pagamentos às duas agências, uma auditoria interna apontou irregularidade em 255 operações. Já outra CPI deve investigar as inserções publicitárias da mesma Nossa Caixa e das empresas Sabesp, Prodesp, CDHU e Dersa, entre outras, para favorecer jornais, revistas, programas de rádio e TV em troca de apoio político nas eleições de 2004. Um dos agraciados foi Jou Jia, acupunturista de Alckmin, que obteve anúncios em sua revista da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista, recém-privatizada. Ele também mantinha estranhos convênios com o governo para proferir cursos de meditação!

Outra CPI que promete dar dor de cabeça ao candidato tucano é a do Rodoanel, requerida pelo deputado Emídio de Souza (PT), em setembro de 2003. Ela busca apurar as denúncias de corrupção e superfaturamento de até 70% nas obras dos trechos norte e oeste do Rodoanel. O Ministério Público até já reabriu as investigações sobre o desvio de verbas na Dersa; a obra consumiu mais de R$ 1 bilhão desde 1998 e sobre aditamentos constantes. No caso da CPI da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHR), Goro Hama, ex-tesoureiro de Mário Covas, já foi condenado em mais de 300 processos no TCE por superfaturamento, dispensa ilegal de licitações e fraudes. Já a CPI da Febem "tem a intenção de averiguar, além do desvio de verbas, a responsabilidade do governo estadual em ter transformado esta instituição num campo de concentração e numa escola avançada de criminalidade", afirma Rodrigues.

Corrida contra o tempo

A decisão do STF deixou em polvorosa os deputados estaduais paulistas. "Assim que ela for publicada, queremos que seja cumprida e que a mesa da Assembléia Legislativa aja com isenção. Será uma corrida contra o tempo", afirma o deputado Renato Simões. O início das CPIs poderá acabar de vez com a aura de paladino da ética do candidato Geraldo Alckmin. A "praga de corrupção", que ele afirma hipocritamente querer extirpar, poderá significar a pá de cal definitiva na sua combalida candidatura. Publicamos abaixo os 69 pedidos de investigação que o ex-governador tanto tentou enterrar.


1- CPI da compra de parlamentares. Investigará o uso de órgãos públicos e empresas estaduais, através de gastos de publicidade, em troca de apoio político nas eleições municipais de 2004;

2- CPI da Eletropaulo. Investigará irregularidades no empréstimo concedido à empresa de energia;

3- CPI das ferrovias. Apurará a atual situação do Sistema Ferroviário do Estado de São Paulo;

4- CPI da CDHU. Investigará denúncias de irregularidades nas obras da companhia de habitação;

5- CPI do Rodoanel (1). Apuração de irregularidades na execução do trecho oeste do Rodoanel Metropolitano, desde a elaboração do projeto até a conclusão das obras;

6- CPI da publicidade na Nossa Caixa. Apuração de irregularidades nos contratos de publicidade entre a Nossa Caixa e as agências Colucci&Associados e Full Jazz Comunicação;

7- CPI da Febem. Investigará a responsabilidade das autoridades pela inexistência de medidas para resolução dos problemas;

8- CPI da Sabesp. Investigará as reais causas da atual situação de precariedade no abastecimento de água na Região Metropolitana de São Paulo;

9- CPI do Detran e do Poupatempo. Investigará os ilícitos administrativos e criminais cometidos por agentes públicos e particulares nos serviços médicos, de lacração e de credenciamento de auto-escolas no Detran e no Poupatempo;

10- CPI do Viva-Leite. Apurar irregularidades nos programas Viva-Leite e Alimenta São Paulo de responsabilidade da empresa pública Codeagro;

11- CPI dos Boletins de Ocorrência. Investigará as irregularidades na elaboração de BOs com o objetivo de distorcer as estatísticas criminais do Estado;

12- CPI do Rodoanel (2). Apurará as irregularidades na execução do trecho norte do Rodoanel;

13- CPI das obras do Tietê. Investigará procedimentos administrativos, empréstimos, contratos aditivos, execução, planejamento e expectativa de gastos e a adequação ambiental das obras do rebaixamento da calha do Rio Tietê;

14- CPI do transporte. Investigará as práticas do abuso do poder econômico por parte das empresas prestadoras de serviços de transporte coletivo;

15- CPI da CDHU (2). Investigará as irregularidades na aquisição de apartamentos da CDHU;

16- CPI da guerra fiscal. Investigará as empresas favorecidas na guerra fiscal entre os Estados;

17- CPI dos bingos. Investigará o funcionamento das casas de bingo instaladas no Estado;

18- CPI da "indústria da multa". Investigará irregularidades nas aplicações das multas de trânsito;

19- CPI do futebol. Investigará problemas pertinentes ao futebol no Estado, prática esportiva, clubes, Federação Paulista de Futebol e implicações comerciais e econômicas;

20- CPI dos cartórios. Apurar o procedimento dos Cartórios de Notas, de Registro de Títulos e Documentos, de Pessoas Físicas e Jurídicas e de Registro de Imóveis existentes no Estado;

21- CPI dos medicamentos. Apurará as irregularidades praticadas por indústrias de medicamentos e laboratórios farmacêuticos nacionais ou estrangeiros;

22- CPI da energia elétrica. Investigará irregularidades nos procedimentos adotados pelo governo na compra de energia pela Sabesp, Companhia Paulista de Transporte Metropolitano e Metrô;

23- CPI do transporte (2). Investigará práticas do abuso do poder econômico por parte das empresas prestadoras de serviços de transporte coletivo;

24- CPI das operadoras de saúde. Apurará as irregularidades praticadas pelas operadoras de saúde que infringem a Lei dos Planos de Saúde e o Código de Defesa do Consumidor;

25- CPI da contaminação. Investigará as graves denúncias de contaminação do solo por metais pesados e pesticidas na região Recanto dos Pássaros, em Paulínia, e na Vila Carioca, na capital;

26- CPI dos grileiros. Apurar a suposta ocorrência de uma indústria de invasões em terrenos urbanos e rurais no Estado;

27- CPI do ensino superior. Apurar a real situação do ensino praticado por instituições particulares;

28- CPI do meio ambiente. Investigar graves denúncias de contaminações e degradações ambientais;

29- CPI da Cetesb. Apurar a contaminação do solo, inclusive em 255 áreas já identificadas pela Cetesb;

30- CPI da poluição. Investigar denúncias relacionadas à falta de fiscalização e danos ambientais;

31- CPI da TV Cultura. Apurar denúncias sobre possibilidade do encerramento das atividades da TV Cultura;

32- CPI da FPA. Investigar desvirtuamento de verbas e doações, bem como a má gestão dos recursos financeiros da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura;

33- CPI dos grupos de extermínio. Investigar o possível envolvimento de policiais civis ou militares em grupos de extermínios;

34- CPI da água. Investigar denúncia de contaminação ambiental, especialmente em lençóis freáticos;

35- CPI da prostituição infantil. Investigar denúncias veiculadas pela mídia de exploração sexual, crimes de estupro, corrupção de menores, exploração de lenocínio, prostituição infantil, pedofilia e formação de quadrilha;

36- CPI das operadoras de seguro. Investigar e apurar práticas irregulares destas operadoras;

37- CPI da telefonia celular. Apurar a real situação da prestação dos serviços públicos de telefonia celular, fornecido pelas diversas concessionárias/operadoras que atuam na região;

38- CPI da saúde. Investigar a transferência de verbas do SUS para a Secretaria Estadual de Saúde;

39- CPI do transporte ferroviário. Investigar a situação atual do transporte ferroviário no Estado;

40- CPI da telefonia. Apurar as práticas irregulares das operadoras multinacionais de telefonia;

41- CPI do Ibope. Apurar os procedimentos dos institutos de aferição de audiência, especialmente do Ibope, na captação de informações em domicílios de telespectadores-consumidores, bem como na transmissão das informações colhidas aos interessados;

42- CPI da Coca-Cola. Investigar a empresa SPAL/Coca-Cola por sonegação fiscal de ICMS e por dumping na comercialização de seus produtos;

43- CPI das multas em rodovias. Investigar irregularidades na aplicação de multas por meios eletrônicos nas rodovias estaduais;

44- CPI dos veículos. Investigar irregularidades na comercialização de veículos automotores pelas montadoras, frotistas e empresas locadoras, com posterior revenda para terceiros;

45- CPI do leite. Analisar a comercialização e as perspectivas futuras para a produção de leite;

46- CPI dos combustíveis. Investigar irregularidades com relação à observância da Lei Federal nº 9.950/00, que proíbe o funcionamento de bombas de auto-serviço;

47- CPI do PCC. Apurar as denúncias sobre a execução de 12 membros do PCC, ocorrida em março de 2002, na Rodovia José Ermínio de Morais, em Sorocaba;

48- CPI da violência. Apurar a violência policial no Estado;

49- CPI do Hospital das Clínicas "Luzia de Pinho Mello". Verificar irregularidades nas obras de ampliação e reforma do hospital;

50- CPI da Telefonica. Apurar a ocorrência de fraude tributária contra a arrecadação do ICMS envolvendo a multinacional espanhola Telefonica;

51- CPI da educação. Investigar irregularidades no processo de mudanças dos cursos técnicos;

52- CPI da pirataria. Investigar a participação de agentes públicos em crime de "pirataria";

53- CPI das multas de trânsito. Investigar irregularidades no sistema de multas, no processo de pontuação e suspensão da Carteira Nacional de Habilitação e nos cursos de reciclagem;

54- CPI da reciclagem. Apurar irregularidades na chamada "indústria da reciclagem" - na tecnologia de tratamento e reciclagem de óleos comestíveis de origem animal e vegetal;

55- CPI dos Shoppings Centers. Investigar irregularidades nas operações dos shoppings que estejam maculando o Código de Defesa do Consumidor;

56- CPI da sonegação. Investigar a corrupção, a sonegação e a renúncia fiscais no Estado;

57- CPI dos combustíveis (2). Investigar a adulteração de combustíveis;

58- CPI do crime organizado na área fiscal. Investigar a existência do crime organizado nesta área;

59- CPI do meio ambiente (2). Investigar e apurar danos ambientais no Estado;

60- CPI do Metrô. Investigar irregularidades na contratação e na manutenção das obras das Linhas 4-amarela e 2-verde;

61- CPI do tráfico de leilões. Apurar a prática de tráfico de influências na contratação de leiloeiros e de empresas para a realização de leilões da administração direta e indireta;

62- CPI das teles. Investigar irregularidades na prestação dos serviços de telefonia fixa e móvel e averiguar práticas lesivas ao Erário decorrente da má gestão fiscal;

63- CPI da guerra fiscal (2). Apurar na área tributária e fiscal do Estado a fuga de empresas e indústrias como conseqüência da chamada "guerra fiscal";

64- CPI do sistema psiquiátrico. Investigar supostas irregularidades nas unidades públicas responsáveis pelas ações relativas à saúde mental;

65- CPI do Ipesp. Investigar a destinação de contribuições obtidas pelo instituto mediante desconto em folha de pagamento de funcionários que ocupam cargos na Assembléia Legislativa;

66- CPI dos juízes de futebol. Investigar a atuação do juiz Edílson Pereira de Carvalho e de outros árbitros e empresários acusados de integrarem um esquema de manipulação de resultados;

67- CPI da contaminação ambiental. Investigar as denúncias sobre contaminações ambientais;

68- CPI do trabalho rural. Investigar as condições atuais do trabalho rural no Estado;

69- CPI da Fazenda da "Canção Nova". Investigar as irregularidades na cessão de fazenda de 87 hectares, localizada em Lorena, à rede católica "Canção Nova", ligada ao secretário estadual de Educação, Gabriel Chalita.

* Jornalista, editor da revista Debate Sindical


 
Entrevista de Ciro Gomes à rádio Bandeirantes

Áudio da entrevista, aonde Ciro aponta consistentemente o confronto dos dois projetos de nação, o projeto progressista de Lula e o projeto destruidor e nocivo do PSDB/PFL. Vale a pena escutar.


 
LULA no debate da Band - Parte 9 - AGRADECIMENTOS FINAIS

Lula encerra a participação no debate destacando que o Brasil não pode ser um país pequeno que o PSDB vê, com brasileiros apertadores de botão, mas precisa ser um exportador de inteligência, ser a potência do hemisfério sul que todos nós esperamos.


 
LULA no debate da Band - Parte 8 - SEGURANÇA PÚBLICA

Lula destrói o castelo artifical de ALCAman na segurança pública, mostrando que ele quis economizar onde não devia e com isso permitiu o PCC proliferar.


 
LULA no debate da Band - Parte 7 - PRIVATIZAÇÕES

Lula questiona a especialidade da dupla PSDB/PFL em privatizar tudo que vêem pela frente e pergunta: "Quando não tiver mais o que vender, o que vão fazer? Vender a Amazônia?"


 
LULA no debate da Band - Parte 6 - POLÍTICA EXTERNA

Lula pensa o Brasil grande; o PSDB, um Brasil pequeno e submisso.


 
LULA no debate da Band - Parte 5 - INVESTIMENTOS NO SOCIAL

Lula dá um show na questão dos investimentos no social, em diversos setores. ALCAman, atônito, apenas respondia com xingamentos.


 
LULA no debate da Band - Parte 4 - FEBEM

Pergunta dura de Lula para Alckmin sobre a Febem, que fica de cabeça baixa, e de tão embananado, acabou respondendo que "Estive por vários anos na Febem".


 
LULA no debate da Band - Parte 3 - ESTRADAS

Lula faz mais uma comparação, dessa vez falando que as estradas em 2002 estavam destruídas e agora estão em fase de recuperação, estando nas melhores condições das últimas 2 décadas.


 
LULA no debate da Band - Parte 2 - ECONOMIA

Partes referentes a situação econômica do Brasil.


 
LULA no debate da Band - Parte 1 - CORRUPÇAO

Comentários de Lula sobre o combate a corrupção ao longo do debate da Band.


 

Fatos de 11.10.06...
 


Música "Classe Média", excelente tema para mostrar o que é a tradicional família conservadora brasileira, insensível e que, de tão arrogante, se acha bem informada pela mídia manipuladora.


 

Fatos de 10.10.06...
 
Carnificina

Alckmin trata com agressividade equipe de jornalistas australianos, pois é questionado sobre a segurança pública de SP. Por não ser um jornalista o bajulando ou fazendo perguntas combinadas, logo se irritou e deixou todo mundo falando sozinho.

Quero ver se é com esse respeito ao trabalho de imprensa que ele vai querer governar. Com essa imensa democracia, de dizer que não é responsabilidade dele nada. Vai querer destruir o país por 4 anos e depois dizer que a culpa é do seguinte. Aliás, como FHC e o PSDB fazem com várias bananosas que largaram para Lula administrar, e o governo soube, com muita competência, superar esses problemas, apesar de com isso ter praticamente jogado fora o ano de 2003 só consertando o desgoverno anterior.


 

Fatos de 2.10.06...
 
As lições sobre o pouco que faltou
Uma enorme fronteira separou Lula da vitória

Mais interessante que olhar o dado agregado sobre o resultado da eleição (48,6% contra 41,5%), é começar a olhar os pecados e as medidas que podem ser tomadas para corrigir o que faltou e buscar uma vitória consolidada no segundo turno dessas eleições. Além disso, ter a maturidade de entender o recado das urnas e promover mais justiça social para todos, corrigindo algumas distorções.

A primeira coisa que me deixou espantado foi o resultado acreano. O PT é soberano no estado, ganhou governador, senador, fez deputados, mas estranhamente, Alckmin ganhou. E o voto do interior e da área rural era ainda mais de Alckmin, contrariando a tendência esperada, do voto de áreas mais pobres serem mais de Lula.

A minha primeira impressão, constantado que assim como no Acre, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul fazem fronteira com a Bolívia, logo pensei. "A questão da Bolívia pesou nesse voto". Em parte, minha dedução tinha alguma razão sim. Os bolivianos possuem uma relação um pouco complexa com essas regiões vizinhas, em diversas áreas há conflitos entre indígenas e isso afeta os dois lados da fronteira. Logo, Lula mostrar-se simpático e atencioso aos anseios bolivianos, passando uma imagem meio de "condescendência" com aqueles vizinhos que nos dão uma atrapalhada, concorrem com a gente. A visão conservadora esperava uma atitude de "macho" e botar esses vizinhos no seu devido lugar. Seria como ter fair play num jogo contra a Argentina, para eles, é inadmissível que Lula seja diplomático com o vizinho. Como prometido, Lula tentará esse mês resolver o problema com a Bolívia e seria importante demonstrar que está defendendo nossos interesses, pra contrabalançar os "factóides" que Morales lança de lá para efeitos eleitorais, o que pela ética do PT jamais se permitiria a isso. O problema, na visão do conservador, que democracia é uma sensação que "conversa mole demais só atrapalha".

Não ficava só nisso. Sempre falei que o voto em Alckmin era o voto do "EU" sobre o "NÓS". E esse voto expressa-se para explicar a derrota de Lula em 8 dos 10 estados onde ele perdeu (perdeu também no DF). Goiás, São Paulo e Brasília possuem outros fatores que vou falar adiante.

Esses 8 estados que eu falo (RS, SC, PR, MS, MT, RO, AC e RR) todos possuem fronteira suficientemente habitada. Outros 3 estados de fronteira (AM, PA e AP) a Floresta Amazônica cria uma barreira entre os países e a influência das relações com os vizinhos são inexpressivas no dia-a-dia dessas populações.

As relações com os países fronteiriços trazem uma realidade pouco comum ao eixo Rio - São Paulo e a nossa noção diária. A competição dos produtos vizinhos, baratos por causa do câmbio valorizado, trazem efeitos diretos à economia dessas localidades com tamanha influência.

Mas quem diria, um dos grandes "orgulhos" do Governo Lula, são o maior encalço para a vida dessas regiões: o aperto do fisco, o combate ao contrabando por ações da Receita Federal e da Polícia Federal. É complicado trabalhar com uma hipótese dessas, mas é razoável afirmar que muita gente montou negócios e cadeias produtivas incluindo como vantagem competitiva, em compensação a grande distância dos grandes centros, as facilidades de produtos contrabandeados como insumos. Afinal, a fiscalização não era austera e isso viabilizava muitos negócios.

Esse não é o único ponto. A proximidade com países vizinhos permite algumas comparações complexas para essas pessoas, que pagam por combustíveis mais caros que os países vizinhos, os produtos estão mais caros aqui que do outro lado (em função do câmbio valorizado), e eles com limitação para ir do outro lado, como sempre fizeram com certa liberdade. A sensação, no aperto e controle fiscal, é de certa "perda de liberdade".

Essa combinação complexa de fatores, que faz a sensação de "abandono" por parte do Governo Federal a esta região importante do Brasil, colocando o interesse pessoal acima das conquistas sociais do governo, do fato de que, de forma global, a economia vai bem, mas pra essa gente, a situação antes de Lula era melhor, o governo "cobrava menos e ajudava mais".

De fato, o recado está dado. O governo talvez tenha exagerado na mão em cima dessa parcela do país. O recado ficou claro e, independente de um fator eleitoral, deve-se buscar medidas de investimento regional específicas para as regiões fronteiriças, pois certamente esse impacto da austeridade fiscal tornou muita atividade inviável. Uma solução talvez seja a compensação de tarifas no frete, que é caríssimo pra essas regiões, especialmente no Centro-Oeste. E criar linhas de financiamento específicas para implantação de novas atividades que sejam independentes do contrabando, ou que usem os insumos ou produtos importados mas dentro da legalidade, com incentivos pra legalidade (o aumento de arrecadação federal permite esse tipo de ajuste imediato).

Cabe falar que fora os estados do Sul, os do Centro-Oeste e os do Norte onde Lula perdeu para Alckmin são estados com muitos migrantes oriundos do sul do país, e que talvez possuam um tradicionalismo e conservadorismo mais exacerbado, chegando ao extremismo do preconceito mesmo, especialmente nos habitantes do meio rural. Essa mente fechada é difícil de ser contornada e por mais que o governo os beneficie, não preferirão Lula, sempre preferirão forças mais conservadoras.


Motivações distintas nos demais estados

Goiás, DF e São Paulo possuem ainda outros fatores. Apesar da atividade de contrabando ter sofrido duro combate do Governo Lula, num estado tão complexo como São Paulo, o motivo mais óbvio é que Alckmin defenderia São Paulo contra os nordestinos, protegidos de Lula e que, na visão da "tradicional família conservadora" paulistana, só servem para atrapalhar o progresso paulista, roubando-lhe indústrias e sugando transferências de renda oriundas do duro trabalho deles, para sustentar povoados primitivos no meio do nada. Em São Paulo, Lula perdeu por um certo "bairrismo", mais uma vez o voto do "EU" sobrepondo o "NÓS".

Goiás e Distrito Federal possuíam eleições centradas em grupos políticos antagônicos ao Governo Lula e são 2 locais tradicionalmente conservadores, apesar de Goiânia e Brasília já terem andado em mãos petistas. A economia muito dependente do agronegócio, especialmente do Complexo Soja, se sente um pouco desprezada pela questão do câmbio. Lógico que não podemos agradar a todos sempre, mas precisa-se realmente buscar maneiras sérias de reconquistar a confiança dessa parcela do país, mostrar que a produção de biomassa tornará essa região do cerrado a grande produtora de energia para o mundo. Precisa-se maquinar mais coisas em cima disso, precisamente. Aliás, estudar a possibilidade de uma refinaria no Centro-Oeste com o uso de H-Bio poderia ser uma estratégia realmente interessante, talvez em Rondonópolis, integrando-se com a expansão da Ferronorte até lá, e de oleodutos interligando com o litoral e demais pontos da região centro-oeste, sendo uma sinalização de preocupação do governo com os custos do combustível na região. Programas de incentivo ao uso de biomassa nas máquinas agrícolas deveria ser estudado, desde a aquisição de equipamentos como aviões a álcool como créditos para abatimento em fretes, bem como deduções de impostos para transportadoras que utilizem biomassa. Essa gente precisa saber que o governo se preocupa com a fronteira agrícola.

Outros pontos que acho que podemos atrair mais eleitores e ampliar a confiança no governo

1. Enfoque mais firme na questão educacional (procurar parceria com Cristóvam Buarque): o Governo Lula não conseguiu colar uma imagem de que atendeu adequadamente às questões educacionais, apesar de tudo. Trazer Cristóvam para a campanha dá essa "garantia", mesmo que talvez nos custe a mudança nos rumos do excelente trabalho do Ministro Haddad. Talvez a solução esteja em seccionar o ministério em duas grandes secretarias internas, praticamente com status de ministério, mas subordinadas dentro do MEC: uma agregando algo como um Sistema Único de Ensino Básico, baseando-se no FUNDEB e atuando especificamente nessa área, nos anseios de Cristóvam, e outra parte abordando as ações atribuídas ao Governo Federal na área de educação, basicamente o ensino superior, tecnológico, pesquisa científica, talvez essa parte, nas mãos de Haddad.

2. Mais exemplos e mais clareza na propaganda de TV: sair das generalizações e enfocar cidades em que ocorreram mudanças reais da vida das pessoas, em todos os cantos do Brasil. Buscar os relatos dos prefeitos, mostrar como as cidades eram antes de Lula e como elas estão agora. Dados macroeconômicos não enchem a barriga do povo. E a elite conservadora precisa ver que as transferências de renda estão permitindo os rincões a sair do estado primitivo e se integrando de verdade ao resto do país.

3. Tentar atuar de forma dedicada nos estados onde foi derrotado, especialmente onde há segundo turno e esse é favorável à exposição de Lula, como no RS e no PR, e em estados onde o segundo turno terá provável apoio dos 2 lados, como no MA e em PE. Como no segundo turno de 2002, trazer as lideranças que apóiam Lula para aparecer no horário eleitoral, uma grande frente de apoios por todo o Brasil.

4. Buscar a coalizão do PMDB nacional, inclusive em estados como o RJ, onde o PMDB está neutro mas os prefeitos pressionam o apoio a Lula, e essa vinculação poderia ser favorável ao candidato. Pelo Congresso que se formou, Lula terá que buscar compor com o centro assumidamente, para evitar forças indesejáveis na base aliada.

5. Aproveitar os estados onde não há segundo turno pra usar a força popular do PT e dos aliados, já que nosso adversário é basicamente midiático, sendo avesso a comícios e atividades no meio do povo. Buscar os estados onde o PT ou aliados venceram (AC, ES, BA, SE, RN, CE, PI, AM, AP) e usar o argumento da afinidade entre presidente e governadores, como meio de catalisar desenvolvimento.

6. Partir para uma estratégia mais ofensiva e mostrar os pontos que o PSDB não mostra: pedágios, privatizações, fim da universidade gratuita (havia forte debate sobre o assunto em 2002), governo "rolo compressor", abafamento de CPIs, ser mais ostensivo nas comparações sem ser deselegante. As pessoas não associam Alckmin a nada disso e precisam relembrar. Acentuar a comparação do estilo de governar. Parar um pouco de fazer um programa "autista" e buscar a comparação pra que as pessoas notem diferenças e ponderem. Temos poucos minutos gratuitos na TV diários contra mais de 23 horas de agressões (por canal). Temos que passar um recado bem passado, está ficando uma imagem "banana" do Lula, de quem apanha e dá a outra face pra apanhar mais. Precisa ser veemente e buscar contraargumentos, no estilo que está parece que está assumindo culpa sempre (e não é verdade, nós sabemos, mas aparenta, ainda mais com a mídia e a oposição martelando isso).

7. Buscar uma mobilização "sou Lula consciente, multiplique essa idéia". Ter uma série de argumentos comparativos para que as pessoas se tornem multiplicadoras do voto de Lula. Dar orgulho para o multiplicador atuar com sorriso no rosto e certeza no coração.

8. Fazer uma campanha um pouco mais complexa, e falando mais do futuro do que do que foi feito. O que foi feito só deve ser tratado de forma comparativa direta contra o antigo governo do PSDB e as gestões em geral do PSDB, além dos vínculos com o carlismo, com o atraso, com figuras da ditadura militar.

9. Mostrar, sem nenhuma dúvida, que o PSDB de Alckmin é o PSDB de FHC. Sem necessidade de agressões, mas dedicar um tempo explicando que um governo se faz com equipe, e que a equipe de governo do PT é melhor.

10. Tratar de mais ações do governo que nem foram abordadas corretamente, ao invés de falar de inúmeras todos os dias, repetidamente, falar de uma ou 2 por dia, com mais detalhe e sofisticação. E mostrar o impacto do antes e depois. Sem números que significam pouco pras pessoas, mas mostrando exemplos. Faltam exemplos no programa, nem precisam ser imagens tão bonitas não, é legal mostrar que tem mais pra fazer de vez em quando. Mostrar um Brasil perfeito demais soa falso e perde credibilidade.

Acredito que nessas diretrizes, Lula não correrá nenhum risco, mesmo com todo o golpe midiático que sofrerá ao longo do mês. Ter humildade para reconhecer o recado das urnas, buscando agregar novas forças, e fortalecer os laços com quem já confia, para consolidar e repetir o voto no segundo turno. Essa é a fórmula da vitória segura.


 
 
 
Outras Postagens
 
Crescimento sustentável a longo prazo, finalmente
Leia a análise

Temas cruciais para um plano de governo eficiente e bom para o Brasil
Leia minha análise

Entre a Daslu e a Opus Dei
Leia o artigo

Expansão da pós-graduação "Stricto Sensu" mostra compromisso do governo com a ciência e tecnologia
Leia a notícia

Política de moradia dos tucanos dá verba sem controle para expulsar sem-teto de São Paulo
Leia a notícia

Brasil já tem 15 mil Empreendimentos Econômicos Solidários, mostra levantamento
Leia a notícia

"Brasil está condenado a crescer", diz jornal espanhol
Leia a notícia
Para além de nossas fronteiras
Leia o artigo

Livro didático chega a alunos do ensino médio
Leia a notícia

Muito além do mínimo
Leia minha análise

Preocupação ambiental mostra enfoque sócio-ambiental da gestão Lula
Leia a notícia

Acordos na Alemanha comprovam política pró-ativa do governo para exportação
Leia a notícia

Produção do biocombustível já é realidade no Brasil
Leia a notícia
 

 

 
Mais de três anos no ar, passando por diversas fases, este blog amadurece e contribui para este momento fundamental da história do Brasil, em que podemos destruir as recentes conquistas ou progredir rumo a um país desenvolvido socialmente e economicamente. É hora de todos os homens de bem participarem ativamente pelo Brasil de Todos! Em 2006, será Lula outra vez!
Se você também apóia, coloque em sua página também!
Sou filiado e você? Clique aqui e saiba como fazer!


Adesive sua foto do orkut!

Eu quero!

 
 
 

Technorati Profile
Google
Web fallaserio.blogspot.com
 
 
 
Blogueiros na Luta!
Comunidades do Orkut
Sitios Amigos
Recomendados
Política/Governo
Partido dos Trabalhadores
Governo do Brasil
Portal da Transparência
NAE - Núcleo de Assuntos Estratégicos
Agência Brasil
Em Questão
Infra-Estrutura
Vai Brasil
Notícias ou Pesquisa
BBC Brasil
Invertia Brasil
Google Brasil
Google Notícias Brasil
Carta Capital
Caros Amigos
nova-E
Carta Maior
La Insignia
Revista Fórum
Instituto Observatório Social
Humor
Eu Hein!
Cocadaboa
Diversos
Hattrick
Transportes
Supervia
MetroRio
 
 
 
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Brasil

O Ponto de Encontro dos Blogueiros do Brasil

Previsão do Tempo INPE
Clique para ver a previsão do tempo no Sudeste
Clique para ver a previsão do tempo no Brasil
Clique para ver a imagem de satélite maior

 
Veja a Previsão para sua Cidade - CPTEC/INPE
Obs: As horas apresentadas não são corrigidas para o horário de verão
Previsão do tempo - CPTEC / INPE
 cidade
Próx. 3 dias

O Rio de Janeiro ao vivo - CET-Rio
Central do Brasil
Candelária
Maracanã
Praça Saens Peña
Tijuca
Tijuca
Andaraí
Vila Isabel
Av. Maracanã
Praça da Bandeira
Praia de Botafogo
Praia de Copacabana
Praia do Leblon
Lagoa
Taquara
Praia do Pepê - Barra da Tijuca
Jardim Oceânico - Barra da Tijuca
Barra da Tijuca
This page is powered by Blogger, the easy way to update your web site.
 
Pauta em Andamento  |  O que está arquivado